Sim, eles possuem.
Beatles – Alguém. vai. questionar?
Queen – Vai? Só checando.
Elvis Costello – Não, ninguém vai questionar.
Adele – Anos atrás, só eu e meia dúzia de privilegiados apreciávamos. Depois, no Brasil, degringolou para trilha de novela, toque de celular, versão em Arrocha e outros sacrilégios. Maldita democratização cultural.
Muse – Tipo uma Legião Urbana do trópico norte. Só ficam devendo as letras do Renato. Saiba mais aqui.
Câmera Obscura – Daquelas bandas que, daqui a cinco anos, também vai virar trilha de novela e matar a gente de desgosto. Aproveite enquanto há tempo aqui.
Keane – Ai, acho tudo tão chorááável.
Se jogue na fossa por esse buraco aqui.
Snow Patrol – Garçom, mais uma dose. Mais duas. Senta aqui comigo, garçom.
Senta e ouve isso aqui também.
Radiohead – Avacalhando com o precário programa de manutenção da minha dignidade desde 2006.
Coldplay – É uma espécie de hino do Velho Mundo. Deviam fabricar notas de euro com a saudação “Viva la vida“.
Temos também os de sempre: Led Zeppelin, Pink Floyd, The Police, Oasis, Rolling Stones, The Smiths, Amy Winehouse (que eu citei aqui) e muitos e muitos outros.
Todos britânicos? É a lei da compensação. Acho que valem os graus negativos da Grã-Bretanha. E as sopas de nabo. E os ataques terroristas. E uns dez mil litros de chá das cinco.










[erro de digitação, tsc!]
Abençoado por Deus e … deixa pra lá! Com esse legado musical não precisa ser bonito por natureza meeesmo! Não questiono nada nessa lista sua, tenho amor profundo por todos eles, uns mais que outros claro [não conheço a Câmera Obscura, mas não vou ficar esperando a próxima novela].
Mas… pô Mari, cadê o The Smiths?! Já me fizeram companhia em fossas terriiiiiiiivéis junto com o Coldplay. Carrego pra vida! Tinha que tá aí, tinha que tá!
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Abençoado por D
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