Existe um tipo de anêmona do mar que, a cada geração, precisa cruzar parte do oceano para se fixar numa pedra do litoral. Isso pode levar anos. Desde o seu nascimento, a anêmona tem este objetivo e dedica boa parte da vida ao trajeto.
Algumas conseguem chegar à praia e, quando alcançam uma rocha grande e firme, se fixam com toda força. E, imediatamente, perdem o cérebro.
E pronto.
É assim há uns cinco mil anos.
Eu estou trabalhando demais, é isso que eu acho.
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