Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘choro baldes (arte)’ Category

Solitude in cartoon

.

.

.

.

.

Um série que aborda a solidão, a rotina e o esquecimento através de gibis. Coleção disponível num site ótimo que eu… não consigo lembrar o nome…

Read Full Post »

“Vivemos num mundo que perdeu a visão. Em outras palavras, vivemos uma cegueira generalizada. Por exemplo, eu tenho uma pequena televisão e assisto-a sem enxergar. Mas há tantos clichês passando que não é preciso que eu assista para entender o que está sendo mostrado. Às vezes, verifico por telefone, telefono para alguém e digo o que eu acho que está passando na televisão. E eles me dizem: sim, tem razão, é esta cena mesmo que está acontecendo.

(…) É por isso que eu fotografo com as mãos, tenho que ter tudo perfeitamente organizado na minha cabeça antes de clicar e coloquei a câmera na altura da minha boca por quê é como eu ouço as pessoas falarem. O auto-focus ajuda, mas eu poderia viver sem ele. É muito simples. É só medir a distância com as mãos e o resto é feito pelo meu desejo interno de imagens. E eu posso fugir dos clichês. Eu sei que há sempre coisas que me escapam, mas que é verdade que isso também acontece aos fotógrafos que podem ver fisicamente. Minhas imagens são frágeis, eu nunca as vi, mas eu sei que elas existem. E algumas delas me tocam profundamente.”

.
Texto e fotos de Evgen Bavgar, fotógrafo cego que vive em Paris.

Read Full Post »

Nesta estrada longa da vida, você segue achando que desenhos animados não podem te fazer chorar, aí a Pixar lança o Wall-E. Depois você começa a achar que ninguém vai conseguir fazer um casal mais legal que o de Wall-E, aí a Pixar lança Up. Pronto, você acha agora que ninguém vai fazer nada mais bacana do que Up, aí resolvem fazer remontagens fotográficas do filme. Aí você começa a achar… bem, depois disso, você já não acha mais nada.

Mais imagens cruéis nesse site aqui.

Read Full Post »

Duas opções: ou eu estou me tornando uma miguxa retardada ou esse vídeo é mesmo a coisa mais singela do mundo. Cada vez que eu penso que não fui EU quem concebeu, produziu e editou cada frame dele, eu choro. Muito. Três vezes ao dia.

Read Full Post »

Cartas de Caio

Não tinha como não lembrar:

“Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. (…) Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”, feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

“(…) Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

“Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

“(…) Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor.

Embora, em segredo, doa.”

(Caio Fernando Abreu /O Estado de S. Paulo, 3/4/1994)

Read Full Post »

O que a gente faz quando começa a se identificar profundamente com o maior nerd da Internet brasileira? Omite o fato? Faz terapia? Tenta o cvv? A cada dia eu estou mais convencida de que, para me tornar um completo clichê da minha geração, só falta eu fazer um canal no Youtube.

Pensando bem, eu já fiz um canal no Youtube.  😮

Segue um pouquinho do vídeo do PC pra vocês visualizarem o drama.

Read Full Post »

Belém

Nem olhos viram,
nem ouvidos ouviram,
nem jamais chegou ao entendimento humano
o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.
(I Cor 2:7-9) 


Belém, 20/05/2010, 09:12 a.p., 19 graus.

Read Full Post »

Antes

O Brasil é uma república federativa
cheia de árvores
e gente dizendo adeus.
(Oswald de Andrade)

 

Ontem, más notícias chegaram do Brasil. E o mundo parou de girar por um minuto. Antes de desabar.
Eu já perdi tanta gente que eu amava antes dos trinta que, se a coisa continuar nesse ritmo, não vai sobrar ninguém.
Se a gente pensasse um pouco mais sobre morte, não adiaria nenhum telefonema.   

Read Full Post »

I Gotta Feeling

O que acontece quando o primeiro semestre da graduação de Comunicação precisa fazer um curta-metragem sem cortes? E sem roteiro? E sem verba? Adorei o resultado dessa turma aí.

Read Full Post »

My pledge of love

Eu gosto de vinis. Eu gosto de promessas. Eu adoro sexta-feiras.

https://www.youtube.com/watch?v=y7j6rNVWx2g

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »