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Archive for the ‘gêmea má (maledicências)’ Category

Tirem as crianças da sala diz (11:43): aff, odeio esses sites com musequeeeenha

Mariana Miranda diz (11:43): é site que fala de q?

Tirem as crianças da sala diz (11:43): Bacon

Mariana Miranda diz (11:44): obaaaaaaaa toucinho, torresmo, bacon empanadooooo

Mariana Miranda diz (11:44): algo me diz que você vai fazer um churrasco, garota, meu grilo tá me soprando isso

Mariana Miranda diz (11:44): ME CHAMA, ME CHAMA, ME CHAMAAAAA

Tirem as crianças da sala diz (11:45): é Francis Bacon, mariana, o filósofo

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Post censurado

E eis que eu pago cinco dinheiros nessa lan house tosca só por que me deu vontade de publicar um vídeo e o You Tube me diz que não pode. Como não? Os direitos de exibição estão reservados. Imagina!

Ah, achei repressor.

Vou colar um gif só de raiva.

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O vídeo era esse aqui, musiquinha de Natal do Glee. Por que eu tenho 12 anos de idade.

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Other

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O controle

Vamos imaginar o seguinte: estamos no Brasil de 1700. Somos uma colônia. Éramos uma terra livre, fomos invadidos e agora somos explorados pelo nossso colonizador que nos mantém escravos, analfabetos e pobres. Você já conhece essa história, certo? Mas, digamos que o nosso colonizador, um belo dia, resolve abandonar o território. Por uma decisão política qualquer, embarca de repente numa grande caravela de volta para Portugal. O que iria acontecer?

Antes do primeiro movimento para caminhar com as próprias pernas, o Brasil seria invadido. Claro. Por qualquer outro país – sei lá, Argentina, Perú, Chile – por que tudo o que um governo capitalista sonha na vida é ter um vizinho desamparado. E eles invadiriam a casa aos tropeços. Todos de uma vez só, roubando as panelas, o fogão, a geladeira, até começarem a brigar entre si por um lugar no sofá, por uma guloseima da dispensa. E, antes que a briga ficasse mais séria, dividiriam os espaços entre si, um quarto pra um, uma sala para o outro, pronto. Selariam um acordo de paz. E coabitariam com relativa tranquilidade sobre o vasto chão do Brasil.

E os brasileiros? Não sei. Ninguém lembrou do que fazer com eles.

Obviamente essa história não aconteceu conosco, mas aconteceu numa outra colônia: o Saara Ocidental. Em 1975, quando a Espanha abandonou repentinamente a nação sem deixar qualquer infra-estrutura, os vizinhos Marrocos e Mauritânia avançaram sobre o território. Diriam os nativos: “como abutres sobre um moribundo”.

Os sarauís, agora livres da Espanha, queriam a independência. Independência ou morte – a gente também conhece essa história. Trinta e cinco anos depois, dez mil mortos depois, os camelos viraram modernos tanques de guerra e, apesar da retirada da Mauritânia, Marrocos continua lá. Irredutível. Espalhado no sofá da sala, erguendo o controle remoto.

Semana passada o governo de Marrocos incendiou outro acampamento sarauí e, neste sábado, milhares de manifestantes do mundo inteiro protestaram em Madrid com gritos de “Marrocos culpado, Espanha responsável”. O ator Javier Bardem liderou os protestos. Ontem, o governo português pediu para que ninguém cruze a fronteira, já que Marrocos não se voltou apenas contra os espanhóis, mas contra todos os ocidentais. Em comunicado, Marrocos restringe a entrada da imprensa ao Saara e os jornalistas são expulsos: eles acreditam que bloquear a informação é o primeiro passo para a dominação. Um viajante francês é morto gratuitamente. Todos os jornais do mundo passam o domingo se movimentando em torno da polêmica e alguns me perguntam qual a posição do Brasil sobre o tema. Pesquiso. Não encontro quase NADA nos jornais brasileiros sobre o assunto. E ligo para as redações:

– Alguma capa sobre os sarauís?
– O que são sarauís?
– O que diz a capa do A Tarde de hoje?
– Que o Bahia se classificou.
– E o Correio?
– Que o Bahia se classificou também.
– E a Tribuna?
– Idem.
– Nada sobre o Saara?
– Que Saara?
– Ok. Obrigada.

Às vezes eu penso que algumas nações nunca recuperaram o controle remoto.

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SUSTO!

(foto: Mateus Magenta)

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Ninguém me perguntou nada, mas eu quero anunciar que não vou votar em Dilma. Não sei que utilidade pode ter essa informação. E se alguém me perguntasse por que eu não vou votar em Dilma, a resposta teria três letrinhas: Irã. E se alguém me perguntasse, já que eu não vou votar em Dilma, se eu pretendo votar no Serra… bem, acho que ninguém iria me perguntar isso. O fato é que, tanto aqui quanto em outros países, está havendo uma mobilização do TRE para que os brasileiros residentes no estrangeiros tenham a oportunidade de participar das eleições presidenciais de 2010. Uma campanha de ufanismo bobo (expressão redundante) que custará mais reais, euros, libras e dólares do a gente gostaria. Principalmente por que eu não consigo imaginar por que os milhares de brasileiros que desistiram do Brasil e foram viver suas vidas em outros lugares estariam, assim, tão loucos pra votar.
 
Minha sugestão é que gastassem todo esse dinheiro comprando grandes doses de fosfato para os eleitores residentes. Pra melhorar a memória. Sabe, me preocupa saber que o nosso atual presidente continua se encontrando amigavelmente e oferecendo chá com bolinhos a ditadores extremistas. E que grande parte dos brasileiros não reprova o fato do Irã ter armas nucleares. E que tudo isso deve estar acontecendo por que, no fundo, a gente guarda certo romantismo marxista dentro da gente, certo idealismo adolescente que acredita que qualquer ato anti-imperialismo-americano é louvável. Não beber Coca-Cola, não comer McDonald’s, usar camisa do Che Guevara, sei lá, apoiar o Irã. Se Israel estiver a favor dos norte-americanos, a gente fica contra Israel. Se o Irã estiver contra Israel, a gente fica a favor do Irã. E se o Irã estiver montando uma bomba-atômica, a gente… ignora e oferece chá com bolinhos.

Me choca um pouco ter Lula como presidente. E me choca muito saber que a corrida militar mundial recomeçou. Mas o que me desespera mesmo é saber que, onde quer que eu esteja, serei obrigada a votar nas malditas eleições de 2010.

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Eu citei Glee aqui semana passada e muita gente abanou a cabeça dizendo: pois é, esse filme é ótimo. Realmente é ótimo. Só não é um filme.

Daí eu resolvi fazer um resumo das principais séries da Fox para todo mundo que não assite tv a cabo e cansou de fazer cara de paisagem diante desse blog. Não uma sinopse, mas uma resenha teórica mesmo. Até por que a minha capacidade de teorizar sobre o banal é infindável. Quer encontrar um sentido místico para um fato completamente desimportante? Me procure. No começo você vai pensar que eu sou uma louca, mas, depois de uma hora de conversa, você vai descobrir eu que sou… uma louca bem convincente. Encontrar sentido onde não há? Yes, we can.

Fox passo-a-passo:

GLEE – Uma série para crianças. Mas, quem não o é, né, gente? Muitas palmas para esse coral em Rehab. Atenção para esse ensaio de Total Eclipse of the Heart que resume um pouco do espírito da série: uma música bacana, um clip ruim, uma protagonista dançando em roupas estranhas, um galã esquecido num canto naquela vibe “meu melhor amigo me traiu, a Rachel me trocou, ninguém quer falar comigo e eu vou contar tudo pra minha mãe”, além das cenas com o Finn sempre sofrendo pra cantar os agudos. Tente baixar um pouco o tom, binho.

LOST – Sabe ordem cronológica? Eles, não.

BONES – Da mesma forma que eu fiz jornalismo por causa de Clark Kent, eu seria capaz de fazer antropologia por causa de doutora Brenda. Fato. Ela é um dos personagens mais coerentes que eu conheço. Vale dizer que coerência não tem nada a ver com bom senso: é viver de acordo com o que você acredita, por exemplo, se você defende que a lei da gravidade não existe, é coerente que você passe o resto da vida andando de cabeça para baixo. Os coerentes não relativizam nada. End I love it.

LIE TO ME – Admiro a carreira do ator protagonista, atua bem, fez filmes bacanas, então eu nem vou comentar nada sobre a síndrome de deus nem sobre as ombreiras de espuma. Ele é tosco, mas é meu amigo.

BUFFY – Imagine Crepúsculo reprisando in-de-fi-ni-da-men-te…

HOUSE – Eu entendi tudo sobre a série depois que descobri que o diretor dela é o próprio ator que faz o House. Claro. Por que se EU também escrevesse uma história  onde EU mesma fosse a protagonista, o MEU personagem também poderia fazer tudo o que EU quisesse e todos os outros personagens obedeceriam a MIM. Sono. Desde o primeiro episódio que eu torço para a dra. Cuddy, a diretora do hospital, ficar de uma vez por todas com o… Wilson. Sério. O Wilson é o cara!

THE EX LIST – Com tanto homem sem camisa no elenco, roteiro coerente pra quê, né, queridos?

ANATOMIA DE GREY – Roteiristas com surtos homicidas. Não bastava a prática pouco sutil de renovar o elenco periodicamente distribuindo doenças letais entre todos os pacientes/figurantes, eles começaram a matar também OS MÉDICOS! Quarta temporada: a Izz com câncer, o O’Malley atropelado, a Cristina sufocando, a Grey passando mal e eu… não vou nada bem.

CLÍNICA PRIVADA – Cooper, que amava Violet, que amava Pete, que amava Addison, que amava… zzzz…

DEXTER – Enquanto o Dexter não estiver fazendo o papel de cadáver, não me interessa.

Pronto, depois deste resumo, você que não entende nada sobre séries de tv já tem bons motivos para ficar feliz por não entender nada sobre séries de tv. E continuar gastando seu tempo livre na praia, claro.

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Antes de qualquer coisa, quero relembrar à moçada que enviem os e-mails para o yahoo. O hotmail só existe para… sei lá pra quê. Pra nada. Demoro meses para ver as mensagens de lá. Vamos juntos chorar pitangas lá yahoo que é amplo, confortável e tem lugar pra todo mundo.

No mais, os dilemas do dia são:

Caso 1 – Você diz que seu (amigo? paquera? namorado?) peguete não sabe que tipo de relacionamento vocês têm. Nem você. E vocês vivem discutindo a relação. E é chato isso, né? É tudo uma questão de conceito. Por que, o que você chama de cadeira, o outro chama de lugar para sentar. Tipo: ahhh, mas a gente pode sentar em qualquer lugar… não precisa ser necessariamente numa cadeira. Tá, mas cadeira é para sentar. Ah, depende, você pode ficar em pé nela. Tá, mas a cadeira que a gente tá falando é para sentar, porque apesar de você poder fazer o que quiser na cadeira, a função dela é para sentar. Tá, mas eu quero ficar em pé. Ou não. Tudo depende de quem está falando, entendeu? Não? Ah, então dane-se.

Caso 2 – Um dia depois de um encontro fantástico, você mandou e-mail e ela não retornou. Você telefonou e ela não atendeu. Fazer o quê, man? Perdeu, prayboy.

Caso 3 – Sobre o episódio de quarta, meu bem, não banque kátia-a-cega. Se algo parece com um cavalo, relincha como um cavalo e trota como um cavalo, pasme: é um cavalo. Pode ser branco, pode ter orelhas, mas creia: não é um coelhinho. Trota e relincha? Cavalo. Sem dúvida.

Caso 4 – O caso carioca é fácil de resolver, pense comigo: quantas vezes você já gastou tempo, perfume e simpatia com o target errado, hein? Milhares. A Internet seria um cupido eficiente, prático e legal se as pessoas fossem legais. Mas as pessoas são criaturas do pântano. No mundo virtual, como na vida, há quem coloque “ocupado”quando está “disponível”, “disponível”quando está “ao telefone”, “invisível” quando está “muito visível, no meio da pista, pegando geral”. Você pode puxar assunto, conversar, namorar, casar com alguém cujo status inicial era “indisponível”. Uma confusão. É claro que não vai dar certo. Mas seria tão prático, né? Deixar logo um link para o perfil do orkut, para número de celular, para envio de currículo anexo e questionário para os candidatos preencherem em caso de interesse. Idéia genial. Vou patentear.

Caso 4 – O que fazer pra seu ex esquecer o que você fez,  terminar com a atual e voltar para você? Agora só voduoooo, filha. Mas noiz aqui não mexe com essas coisa não, viu, que noiz é de Deus.

Caso 5 – Depois de algumas semanas bancando o difícil, você mandou um e-mail singelo convidando aquela moça para um suco. Ela, sempre ela. Só que a criatura não respondeu a mensagem. Por quê? Bem, espera aí que eu vou buscar meu charuto, minhas cartas e meus búzios pra te responder. Ou a gente pode ficar aqui o dia inteiro enumerando razões possíveis, tipo, se você enviasse outro e-mail insistindo, ela poderia alegar que:

a) E-mail? Que e-mail? Eu não recebi nada!
b) Achei melhor não responder por educação. Tinha outras coisas pra fazer e isso não era prioridade.
c) Você enviou esse e-mail para a pessoa errada, não conheço ninguém com esse nome.
d) Suco? Oba! Aonde eu assino?
e) Preciso te contar uma coisa, assim, com muita sinceridade: eu não gosto de sucos. Pode ser café?
f) Eu não quis dizer não, mas também não quis dizer sim. Aí eu não disse nada.
g) Não respondi por que, infelizmente, não estarei na cidade na data sugerida. Estarei em Boston. Mas você pode agendar com a minha secretária uma outra data.
h) Posso levar meu atual namorado junto?
i) Desculpa, mas quem é você? Conheci um cara parecido contigo, mas isso faz muito tempo…
j) Eu não respondi por que achei que era uma piada. Ah!
k) Meu caro, pra me convencer a aceitar um convite, você vai ter que mandar mais uns 30 e-mails. Eu também sou uma pessoa difícil.
l) Desculpe só ter visto esta mensagem agora, mas esta caixa de e-mails já estava desativada a anos. Anota aí o novo endereço.
m) Um suco? Com você? Socorro!
n) Depende. É suco de quê? Com quem? Aonde?
o) Eu tenho recebido muitos convites interessantes. Se não pintar nenhum melhor até lá, eu apareço.
p) É claro que eu vou, seu bocó!
q) Obrigada pelo convite. Eu sei que você está tomando esta iniciativa com o intuito de estreitar laços antigos, mas, infelizmente, acho que não temos mais nada em comum. Foi um prazer conhecê-lo.
r) Olha, infelizmente, agora eu sou evengélica e só saio com pessoas da minha religião.
s) Ah, bom. Pensei que você não ia insistir…
t) Acho que não. Tenho medo dessa nossa história longa e enrolada acabar sendo tema de piada em algum blog idiota, sabe como é.
u) Aquele seu amigo bonitão também vai?
v) Soube não? Eu estou morando na Crarcóvia. Mande lembranças a todos!
w) Você já pensou em fazer esse convite pessoalmente?
x) Suco, nada. Bora pra balada!
y) Não. A resposta é não.
z) Nenhuma das alternativas anteriores, a verdade é que…

É fato que eu poderia continuar conjecturando indefinidamente, mas acredito que, se ela não respondeu, é por que não está interessada mesmo. Suponho eu. Va lá e pergunte, pô!

Bem, por hoje é só. Foi um prazer estar com vocês. Aproveitando as questões de múltipla escolha e o momento colegial-pedagógico para relembrar à rapaziada: mandem tudo para o yahoo, nada para o hotmail. Entenderam? Tuuuuudo para o yahoo, naaaaaada para o hotmail. Repetindo: tuuuuudo…

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Its a long way diz (00:52):
e a casa do ramalhete é aí perto? a dos maias?

Mariana Miranda diz (00:53):
é, mas eu nunca entrei, só passo na porta. ainda é igual como no livro, ainda deve uma voz perguntando: por onde tem andaaaado, caaaarloooos?

Its a long way diz (00:53):
nunca entrou? nunca??? caraleo, não merece falar comigo nem com meu anjo. o que vocês aprendem na faculdade, dominó?

Mariana Miranda diz (00:54):
que faculdade, meu bem? acaba a páscoa, começa a copa do mundo. termina a copa do mundo, começa o festival de música. no hay faculdade, no hay vida!

Its a long way diz (00:54):
hum. o pedro maia me parece, sei lá, igual ao bentinho

Mariana Miranda diz (00:55):
não, esse era diferente. ele era doente por causa daquela percepção excessiva, era observador demais

Its a long way diz (00:55):
e corno!

Mariana Miranda diz (00:55):
ele era o coitado, o enganado, mimimimimi

Its a long way diz (00:56):
CORNOOOOOOOOOOOOOOO!!!!

Mariana Miranda diz (00:56):
ele se sentia inferior à capitu, a escobar, a qualquer um

Its a long way diz (00:56):
que horror, meu deus!!!

Mariana Miranda diz (00:57):
que foi?

Its a long way diz (00:57):
o  bentinho sou EU, hahahahahahahahahaaaaaaaaaaaa

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Passar a semana dormindo num lençol estendido no chão e acordar com o Tim Maia cantando Não Quero Dinheiro é de uma ironia tão fina que eu fico até comovida.

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