(Santa Apolônia, Lisboa, 04 de janeiro de 2011)
Archive for the ‘na minha rolleiflex (fotos)’ Category
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Posted in choro baldes (arte), na minha rolleiflex (fotos), tagged fernando pessoa, mariana miranda on agosto 20, 2012| Leave a Comment »
Dia do Motociclista
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged mariana miranda, motociclistas on julho 30, 2012| Leave a Comment »
Miranda´s Party
Posted in havaiana de pau (day life), na minha rolleiflex (fotos), tagged aniversário, mariana miranda on maio 27, 2012| 2 Comments »
Ú Tal do Xote – Lançamento do Segundo CD
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged ú tal do xote, mariana miranda on abril 15, 2012| 2 Comments »
Sou fã, sou fã…
Olha aí as fotinhas de ontem.
(Salvador, 14 de abril de 2012, 35 graus)
O passo a passo da Paixão
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged mariana miranda, passos da paixao, serrinha on abril 9, 2012| 2 Comments »
Procissão do Fogaréu
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged mariana miranda, prossição do fogaréu, serrinha on abril 9, 2012| 3 Comments »
Já disse para vocês que eu amo o que faço, né? Pois é.
(Serrinha, Bahia, 5 de abril de 2012, 24 graus)
Mais um dia chato de trabalho
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged mariana miranda, são franscisco, xingó on março 14, 2012| 2 Comments »
Os mascarados
Posted in na minha rolleiflex (fotos), tagged carnaval de maragogipe, mariana miranda, mascarados on março 1, 2012| 1 Comment »
“E quando a festa já ia se aproximando, como explicar a agitação que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
(…) E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.”
(Restos do Carnaval/Lispector)
(Maragogipe, Bahia, 21 de fevereiro de 2012, 35 graus)















































