– E já pode falar de Natal?
– Neste caso, acho que sim, por que esta pauta…
– Ô chefe! Vem cá. Já pode falar de Natal?
– Como assim? Natal? Ora, depende. Quando é mesmo que os shoppings começam a decoração?
– Em novembro.
– Então, eu acho que…
– …Quer dizer, em outubro os supermercados já estão vendendo guirlandas, luzinhas e aquela parafernalha toda…
– Pois é.
– …Se bem que, em setembro já se pode falar sobre as contratações nas indústrias, para atender ao aumento de vendas de fim de ano. E, em agosto, já há os cheques pré-datados para o ano seguinte… Enfim, chefe, estamos em julho e nosso colega falou algo sobre Natal, daí…
– Mas eu estava tentando explicar o agendamento de pautas de dezembro!
– Hum?
– Vai falar de Natal em dezembro?
– É.
– Esquece, cara, aí já esfriou.
– Meu jovem, em dezembro ninguém agüenta mais ouvir falar de Natal. Que tal copa do mundo?
Reunião
dezembro 1, 2008 por marianamiranda
Oh vida difícil essa de jornalista! rs
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Amiga,
É isso mesmo que acontece….
O problema maior é que o consumismo toma conta do verdadeiro significado do natal, pois enquanto a fantasia pelo bom velhinho se espalha pela cidade, a ESPERANÇA grita na mangedoura, é a SALVAÇÃO que chega e não encontra espaço em nossos corações…
Bjs querida…
Desejo que a esperança que nasce da mangedoura no natal, penetre em sua vida e se perpetue por toda a sua existência!!!
Pois dias melhores virão e o Natal voltará a ter seu significado pleno…
Bom natal!!!
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Todas as vezes q experimento as sensações de ler você eu entendo mais a sua ausência nos encontros familiares, geralmente tão rasos e inférteis… Entendo seu silêncio e seu olhar, sempre tão atento às entrelinhas! “Oh, mas ela é tão desligada…” Que nada! Talvez seja a mais ligada de todos, percebendo as outras linguagens que permeiam os “videokezinhos”, red labels e energéticos…
Cá no meu silêncio também, saiba q admiro sua sensibilidade e a sua doçura, e me identifico muito com isso – apesar de não parecer. É a covardia necessária pra sobreviver.
Beijos do tio q te ama muito. Em silênco, mas ama.
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