“A criança aceita. Para a criança, não existe passado nem futuro. O momento presente é suficiente. A criança existe aqui-agora. Então ela sente uma certa harmonia, como uma melodia. É por isso que mais tarde, quando você fica muito velho, você continua a se recordar da sua infância, vive dizendo que a infância era um paraíso. Por quê? Porque houve muitos momentos em que você aceitava tudo totalmente. No instante em que a criança começa a rejeitar, deixa de ser criança. A infância é perdida, o paraíso é perdido.”
(Osho / A Nova Alquimia)
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