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Posted in choro baldes (arte), tagged anúncio, louis vuitton, mariana mranda, publicidade on setembro 29, 2014| Leave a Comment »
Posted in choro baldes (arte), tagged filme, mariana miranda, o brilho eterno de uma mente sem lembranças on agosto 31, 2014| Leave a Comment »
Posted in choro baldes (arte), tagged último romance, mariana miranda, música, orquestra imperial on julho 30, 2014| 1 Comment »
Posted in choro baldes (arte), tagged à flor da pele, chico buarque, o que será, oswaldo montenegro on junho 21, 2014| Leave a Comment »
Posted in choro baldes (arte), tagged gabriel garcía márquez, mariana miranda, o amor nos tempos do cólera on abril 17, 2014| Leave a Comment »
“Não disse nada a ninguém, resignada a que fosse mais um dos muito defeitos irremediáveis da idade. Contudo, a demora do navio tinha sido para eles um percalço providencial. Ele disse certa vez: o amor torna-se maior e mais nobre na calamidade.”
(Gabriel Garcia Màrquez / O Amor nos Tempos do Cólera, pg. 360)
Posted in choro baldes (arte), tagged machado de assis, marianamiranda, memorias postumas de bras cubas on abril 11, 2014| Leave a Comment »
“No primeiro dia, pensei em me matar. No segundo, em virar padre. No terceiro, em beber até cair. No quarto, pensei em escrever uma carta para Marcela. No quinto, comecei a pensar na Europa e no sexto comecei a sonhar com as noites em Lisboa. Em seis dias Deus fez o mundo e eu refiz o meu.”
(Machado de Assis / Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Posted in choro baldes (arte), tagged maria clara drummond, mariana miranda on março 13, 2014| Leave a Comment »
“Quanto mais você se aproxima de ser um adulto bem-sucedido, mais você se afasta da felicidade. E aí, cara, chega num ponto que não tem mais jeito, babou. Você não vai abrir mão das suas regalias. São as festas, são as meninas, os amigos badalados que te querem sempre por perto, é ouvir toda hora: você é o máximo! De pessoas que também são consideradas o máximo e ser exaltado primeiro no microcosmo da Incógnito e, logo depois, no Rio de Janeiro todo, e ouvir que pessoas de São Paulo já sabem quem você é e querem estar sempre por perto, é receber uma proposta de trabalho em São Paulo por um salário muito melhor, em um cargo muito melhor e com muito mais oportunidades de ganhar mais e mais dinheiro e conhecer mais e mais gente e assim você vai crescendo seu status e sua suposta felicidade que, na verdade, já deixou de ser felicidade há muito tempo, lá na sua primeira conquista, e agora é só um turbilhão de acontecimentos instagramados que vão se multiplicando, porque você sabe que se parar por um minuto você não volta do seu buraco interno jamais.”
(Maria Clara Drummond/A Festa é Minha e Eu Choro Se Eu Quiser)
Posted in choro baldes (arte), tagged música, onerepublic, secrets, the piano guys on fevereiro 26, 2014| 1 Comment »
(Secrets/OneRepublic)
Existe também esta versão sinfônica interpretada pela The Piano Guys junto à 5ª Sinfonia de Beethoven.
Posted in choro baldes (arte), tagged agradecimento, albert camus, argélia, carta, professor on fevereiro 16, 2014| Leave a Comment »
“Caro Monsieur Germain, deixei que passasse um pouco o movimento que me envolveu todos esses dias antes de vir-lhe falar de coração aberto. Acaba de me ser feita uma grande honra que não busquei, nem solicitei. Mas, quando eu soube da novidade, meu primeiro pensamento, depois de minha mãe, foi para você. Sem você, sem essa mão afetuosa que você estendeu ao menino pobre que eu era, sem seu ensino, sem seu exemplo, nada disso teria acontecido. Eu não faço questão dessa espécie de honra. Mas essa é ao menos uma ocasião para dizer-lhe o que você foi e é sempre para mim, e para assegurar-lhe que os seus esforços, o seu trabalho e o coração generoso que você coloca em tudo que faz, sempre de maneira viva com relação a um de seus pequenos discípulos que, não obstante a idade, não cessou jamais de ser seu aluno. Eu o abraço com todas as minhas forças.”
(Albert Camus, romancista nascido na Argélia, em carta ao seu antigo professor após ser nomeado ao prêmio Nobel, em 1957)
Posted in choro baldes (arte), tagged fotógrafo, jacques henri lartigue, mariana miranda on janeiro 29, 2014| Leave a Comment »
Jacques Henri Lartigue é um fotógrafo curioso por que ele não é fotógrafo. Herdeiro rico, nunca trabalhou. Morava num castelo. Nunca foi à escola nem prestou serviço militar. Nem considerava a fotografia um ofício. Ganhou uma máquina aos oito anos e, durante a vida, foi sendo reconhecido pelos registros que fez aos fins de semana, dos seus próprios hobbies, das viagens em família.
Ficou famoso em todo o mundo.
Penso que esse cara gastou toda a sorte e talento dele numa encarnação só. Complicado. Na próxima, pode vir ao mundo como, sei lá, uma árvore. Um saco de boxe. Um peso de papel.
(Jacques Henri Lartigue / A Vida em Movimento)