Posts Tagged ‘mariana miranda’
#40
Posted in choro baldes (arte), tagged mariana miranda, snoopy on julho 21, 2013| Leave a Comment »
#39
Posted in choro baldes (arte), tagged literatura, mariana miranda on julho 16, 2013| 1 Comment »
Meus vizinhos III
Posted in havaiana de pau (day life), tagged mariana miranda, vizinhos on julho 12, 2013| 2 Comments »
Na volta pra casa, eu passei na farmácia e comprei um protetor labial. E fui experimentando no espelho do elevador, pra ver se prestava. Aí entra uma senhorinha de coque e bengala.
– Boa noite.
– Boa noite.
– …
– …
– As coisas no seu apartamento devem estar animadas.
– Hum?
– Você está passando batom pra chegar.
– …
– Todo mundo que eu conheço passa batom para sair de casa. Você está passando batom para chegar em casa. E hoje é terça-feira. As noites no seu apartamento devem estar animadíssimas, mocinha.
– Eh…
– Juízo, hein? Boa noite.
– Boa noite.
Mariana Miranda, fazendo fama involuntariamente desde 1982.
Filme: As vantagens de ser invisível
Posted in choro baldes (arte), tagged as vantagens de ser vinisível, filme, mariana miranda, the perks of being a wallflower on julho 10, 2013| Leave a Comment »
“Dentro do cartão, eu dizia a Sam que o presente que eu estava dando a ela havia sido dado a mim por minha tia Helen. Era uma velha gravação em 45 rpm com Something, dos Beatles. Eu costumava ouvir todo o tempo quando era pequeno e pensava em coisas de gente grande. Eu ia para a janela do meu quarto e olhava meu reflexo no vidro e as árvores por trás e ouvia a música por horas. Decidi, na época, que quando conhecesse alguém que eu achasse tão bonita quanto a canção, eu daria o disco de presente a essa pessoa. E não quis dizer bonita por fora, eu quis dizer bonita de todas as formas que alguém pode ser. E assim, eu estava dando para Sam aquela gravação. Mas ela não sabia de nada disso.”
“-Por que as pessoas boas escolhem as pessoas erradas?
– A gente aceita o amor que acha que merece.
– Mas nós não podemos mostrar a elas que elas merecem muito mais?
– Sim. A gente pode passar a vida inteira tentando”
“Subi a colina onde costumava usar o trenó e pensei que todas aquelas crianças um dia iam crescer. E todas aquelas crianças iam fazer as coisas que nós fazemos. E todos eles beijarão alguém um dia. Mas, agora, andar de trenó era o bastante. Acho que seria ótimo se nos bastasse um trenó pelo resto de nossas vidas.”
“Você vê as coisas. Você guarda silêncio sobre elas. E você as compreende.”
“Bem-vindo à ilha dos brinquedos rejeitados!”
(Stephen Chbosky / As Vantagens de Ser Invisível)
#38
Posted in gêmea má (maledicências), tagged mariana miranda, msn on julho 5, 2013| Leave a Comment »
Afterparty
Posted in choro baldes (arte), tagged afterparty, lauren silberman, mariana miranda on julho 3, 2013| Leave a Comment »
Esse é um ensaio fotográfico sobre a atmosfera que permanece depois das festas. Latinhas no chão, copos amassados, lixo. A autora Lauren Silberman, de NY, não comenta muito o ensaio, mas suponho que ela quisesse abordar a fulgacidade das coisas. Essa decadência instantânea dos ambientes – desde a decoração refinada preparada por dias até aquele amontoado deprimente de raspas e restos, tudo destruído em duas ou três horas. Tive a impressão de que festas diferentes (ricas, pobres, caretas, punks) terminam num cenário muito parecido – mesas desarrumadas, copos vazios, salão vazio, silêncio. Que o final é sempre parecido pra todo mundo.
(Lauren Silberman / Afterparty)
Talvez a autora quisesse falar sobre isso, sobre o fim.
Ou não.
Jamais saberemos, rs.
O site é esse aqui.
#37
Posted in choro baldes (arte), tagged literatura, mariana miranda on julho 1, 2013| Leave a Comment »
#46
Posted in gêmea má (maledicências), tagged mariana miranda, tirinha on junho 29, 2013| Leave a Comment »
Criptonita feelings
Posted in choro baldes (arte), havaiana de pau (day life), tagged manifestação passe livre, mariana miranda on junho 28, 2013| Leave a Comment »
Mudei de médicos. E não posso deixar de achar engraçado o constrangimento dos doutores ao receber meu prontuário com indícios de envenenamento. Sentam do lado, seguram na mão, perguntam pela minha vida e sugerem uma visita da assistente social. Como lidar? Como explicar que não bebi veneno num vidrinho dourado tampouco quis dar cabo da minha existência?
Foi só uma passeata, moço. Eu estou mais pra homicida do que pra suicida.
Enfim. E já que minha única distração nesses dias é a internet, olha que legal essas montagens de cenas da manifestação mescladas com super heróis em quadrinhos. Os publicitários Alessandro Trimarco e Paulo Eugênio de Carvalho Moura que fizeram. Tem outras aqui.
Pois é. Também não sei por que não pensei neste tipo de reforço antes.
Ausência temporária
Posted in gêmea má (maledicências), tagged mariana miranda, saúde on junho 26, 2013| Leave a Comment »




















